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Declaração aconteceu durante entrevista à Rádio Metropole nesta terça-feira (3)

Foto: Samanta Leite/Metropress
Mais de 13 mil médicos não alcançaram a nota mínima no Enamed, exame que, segundo o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, expôs fragilidades na formação médica no país. A declaração foi feita nesta terça-feira (3), em entrevista à Rádio Metropole, em Salvador, ao lado do presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), Otávio Marambaia.
“O Enamed trouxe aquilo que a gente sempre denunciou, trouxe o raio-x. Mais de 13 mil médicos não alcançaram a nota mínima. Esses médicos não podem atender a população brasileira. Não podemos ter no Brasil dois tipos de medicina: uma para rico e outra para pobre”, afirmou Gallo, ao criticar o que considera má qualidade na formação médica.
Gallo também demonstrou preocupação com a posição do Ministério da Educação (MEC) em relação ao exame de proficiência. “Me preocupa ver o MEC ser contra o exame de proficiência. Eles precisam assumir que foram deficientes na avaliação desses cursos”, disse. O presidente do CFM ainda criticou propostas que, segundo ele, enfraquecem a residência médica e o Programa Nacional de Imunizações. “Agora querem avacalhar a residência médica, que é padrão ouro no Brasil. Querem avacalhar também nosso programa de imunização, um dos melhores do mundo”, concluiu.
Confira a entrevista na íntegra:
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