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Bob Fernandes aponta “omissões seletivas” na cobertura da corrupção e critica viés midiático em ano eleitoral

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Bob Fernandes aponta “omissões seletivas” na cobertura da corrupção e critica viés midiático em ano eleitoral

Avaliação feita no Três Pontos desta quarta-feira (18) aponta recorte narrativo em grandes jornais

Bob Fernandes aponta “omissões seletivas” na cobertura da corrupção e critica viés midiático em ano eleitoral

Foto: Reprodução/YouTube

Por: Metro1 no dia 18 de março de 2026 às 12:42

A cobertura da imprensa sobre corrupção e política no Brasil tem sido marcada por recortes seletivos e omissões, o que revela uma espécie de manipulação disfarçada, na avaliação do jornalista Bob Fernandes. A crítica foi feita durante o programa Três Pontos desta quarta-feira (18), ao comentar editoriais recentes de grandes jornais.

“No domingo, a Folha de São Paulo fez um editorial falando sobre o pacto de silêncio e de corrupção das elites que está sendo rompido pela Polícia Federal. [...] Só que, no seu editorial, na capa da Folha de São Paulo, ela fala dos problemas e das acusações sobre o Supremo Tribunal, fala da máscara, cita Fábio Lula, Lulinha, o pacote todo. Mas esquece de citar, pra resumir, o Banco Central sobre a gestão de Roberto Campos Neto. Não surge o nome de Roberto Campos Neto nesse editorial e nem de Flávio Bolsonaro, que é um candidato à presidência”, disse.

Na análise do jornalista, há uma tendência de direcionamento narrativo, com foco em determinados atores e omissão de outros elementos centrais. Ele aponta que instituições e figuras relevantes, como o Banco Central e seus gestores, acabam fora do debate mesmo em discussões sobre corrupção no topo do sistema financeiro e político, e ressalta que, ao contrário do que sugerem alguns editoriais, o cenário eleitoral atual indica um empate entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

“O Estadão disse na segunda-feira que o país está cansado de Lula. Disse o Jovial, o Estadão. Tudo bem, ele pode achar, pode ser a opinião. Agora assim, tem o fato e o objetivo, né? Como é que está a disputa? Está empatada, digamos assim. Se está empatada, não é o país todo. É o Estadão e um pedaço do país”, concluiu.

Confira o programa na íntegra: