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Janio de Freitas critica primeiro aceno de Caiado ao Planalto com proposta de “anistia ampla”
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Janio de Freitas critica primeiro aceno de Caiado ao Planalto com proposta de “anistia ampla”
No Três Pontos desta quarta-feira (1°), jornalista associou proposta de Caiado à permanência de setores bolsonaristas em espaços de poder

Foto: Reprodução/YouTube
A defesa de uma “anistia ampla, geral e irrestrita” feita por Ronaldo Caiado surgiu já como um dos primeiros acenos políticos de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto e reacendeu o debate sobre impunidade, bolsonarismo e memória institucional no país. Em comentário no programa Três Pontos, nesta quarta-feira (1º), o jornalista Janio de Freitas associou a fala do governador de Goiás ao histórico de alinhamento com Jair Bolsonaro e à permanência de setores do golpismo em espaços de poder.
“Primeiro, do Caiado, não se pode esquecer que ele é um bolsonarista de primeira hora. É muito natural que ele, inclusive, queira ser anistiado. Já que ele não foi incluído, por uma dessas dificuldades típicas do Brasil, nada é completo no Brasil”, disse.
Ao comentar a declaração do governador, que prometeu anistia a Jair Bolsonaro caso seja eleito presidente da República, Janio avaliou que a responsabilização pelos atos e articulações antidemocráticas não alcançou todos os atores políticos envolvidos. Segundo ele, enquanto uma parcela foi investigada e punida, outra permaneceu preservada dentro da própria estrutura institucional brasileira como o próprio Caiado.
“Então, o Supremo Tribunal Federal conseguiu condenar, processar, encanar um grupo, uma parte, dos bolsonaristas, dos aderentes ao golpismo bolsonarista. A outra, que estava dentro do Congresso, lá continuou intacta, e esse é o caso também do Caiado”, concluiu
Confira o programa na íntegra:
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