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Dina Rachid e Malu Fontes analisam a fofoca e sua influência nas relações sociais

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Dina Rachid e Malu Fontes analisam a fofoca e sua influência nas relações sociais

Em tom leve, elas abordam como a fofoca pode fortalecer vínculos e refletir a dinâmica das relações

Dina Rachid e Malu Fontes analisam a fofoca e sua influência nas relações sociais

Foto: Luan Borges/Fernanda Vilas

Por: Metro1 no dia 14 de abril de 2026 às 11:00

A comunicadora Dina Rachid e a jornalista e professora Malu Fontes refletiram sobre a comunicação nos dias atuais e o ritmo acelerado da vida durante entrevista ao Jornal da Bahia no Ar nesta terça-feira (14). Em tom leve e descontraído, elas abordaram desde o papel das redes sociais até a forma como as relações são construídas no cotidiano.

Durante a conversa, a fofoca apareceu como um elemento social presente nas interações. Para Dina, o tema não deve ser visto apenas de forma negativa. “Fofoca é uma coisa boa, todo mundo gosta. Posso contar várias ao meu respeito, é melhor do que outra pessoa, porque vou ter autoridade e segurança de te contar”, afirmou. Malu complementou ao comparar o fenômeno a uma rede que conecta as pessoas. “É como uma teia de aranha, só que sólida. A fofoca oxigena as relações sociais”, disse, ao destacar que rejeita práticas que tenham como objetivo prejudicar os outros.

A professora também ressaltou que, com o amadurecimento, as relações passam a ser guiadas por reciprocidade. Segundo ela, a troca de informações precisa ser equilibrada. “A gente não conta fofoca para quem não tem fofoca para contar. Tem gente que só quer se abastecer”, pontuou.

Ao falar sobre o impacto das redes sociais, Malu destacou que o consumo constante de informação faz parte da sua rotina e contribui para sua atuação profissional. “Toma um tempo, mas me dá consistência para manter uma boa relação entre os fatos, a realidade e os meus alunos. Minha cabeça é caótica, mas tem ordem, e eu não me perco”, explicou.

Já Dina chamou atenção para a velocidade com que a comunicação acontece atualmente e como isso afeta o comportamento das pessoas. “O tempo é importante na comunicação. Hoje está tudo muito rápido, as pessoas não têm mais tempo, não querem ler mais texto”, avaliou.

Confira entrevista completa: