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Presidente do Sindimed rebate críticas e detalha regras eleitorais após declarações de Ceuci Nunes
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Presidente do Sindimed rebate críticas e detalha regras eleitorais após declarações de Ceuci Nunes
Rita Virgínia Marques Ribeiro fez declarações nesta segunda-feira (20) à Rádio Metropole

Foto: Reprodução/Youtube
Em resposta às declarações da infectologista Ceuci Nunes sobre supostas irregularidades no processo eleitoral, a presidente do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia, Rita Virgínia Marques Ribeiro, afirmou que a condução do pleito seguiu o estatuto da entidade. A fala foi feita em entrevista à Rádio Metropole, nesta segunda-feira (20). Segundo ela, médicos com pendências financeiras até um mês antes da votação não podem constar na lista de eleitores aptos, mas aqueles que se sentirem prejudicados podem votar em separado, com análise posterior da comissão eleitoral.
Rita explicou que, para o pleito previsto inicialmente para 14 e 15 de abril, apenas profissionais quites até 14 de março de 2026 poderiam participar. Ela reconheceu falhas pontuais, como ausência de repasses e um erro material na lista de votantes causado pelo sistema, já corrigido pela tesouraria. “O próprio estatuto prevê a possibilidade de impugnação e correção da lista. Quem se sentir apto pode votar em separado”, disse, destacando que a análise dos votos será acompanhada por representantes das chapas inscritas.
A presidente também afirmou que os prazos eleitorais não podem ser alterados para atender interesses específicos e que a escolha da comissão eleitoral seguiu recomendação judicial, com critérios técnicos apresentados à Justiça. Sobre questionamentos financeiros, Rita negou irregularidades, afirmando que não há pagamento de salários a dirigentes, mas sim ajuda de custo, prática adotada em gestões anteriores. Segundo ela, as contas foram aprovadas em assembleia após parecer jurídico que atestou a legalidade dos repasses.
A infectologista Ceuci Nunes, em entrevista à Rádio Metrópole no dia 10 de abril, classificou o cenário como de “irregularidades” e “falta de transparência”. Segundo Ceuci, um dos principais problemas estaria na lista de votantes, com a ausência de 384 médicos que possuem desconto consignado em folha, mas não aparecem como aptos. “Ninguém sabe explicar. Ou é má-fé ou extrema desorganização”, afirmou à época.
Confira na íntegra:
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