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Atrizes Ana Rosa e Fernanda Nobre relembram trajetórias e defendem valorização da memória na TV
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Atrizes Ana Rosa e Fernanda Nobre relembram trajetórias e defendem valorização da memória na TV
Artistas comentam carreira, mudanças na televisão e relação com o público

Foto: Fernanda Vilas Boas/Metropress
As atrizes Ana Rosa e Fernanda Nobre compartilharam experiências de carreira e reflexões sobre a televisão brasileira. Ao relembrar o início na atuação, Ana destacou a origem no circo. “Eu não comecei, me começaram, né? Eu nasci no circo, não tinha como”, afirmou, ao contar que permaneceu no meio circense até migrar para a televisão.
Em entrevista ao Revele, da Rádio Metropole, Ana Rosa também relembrou a estreia na teledramaturgia ao protagonizar uma das primeiras novelas em videotape da TV Tupi, em 1964. Desde então, construiu uma trajetória extensa, com dezenas de trabalhos no currículo. “Eu nunca fui funcionária da Globo, mas todo ano me chamaram para fazer uma novela”, disse.
As atrizes também discutiram as transformações recentes no audiovisual, especialmente na escolha de elencos. Para Fernanda Nobre, a relação do público com atores consagrados segue sendo fundamental. “Existe também a memória afetiva. A gente gosta de ver os atores que a gente admira desde que nasceu”, afirmou, ao comentar a identificação construída ao longo dos anos.
Ao longo da entrevista, Ana Rosa também refletiu sobre as mudanças na produção de novelas ao longo do tempo. “As novelas antigamente eram ao vivo, um dia sim, um dia não, pequenininho o capítulo”, lembrou. Para ela, a evolução técnica ajudou a consolidar o gênero como um dos principais produtos da televisão brasileira.
Confira entrevista na íntegra:
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