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“Estava marcado para morrer”, diz Anna Lee ao comentar livro sobre morte de Juscelino Kubitscheck
A poucos meses do cinquentenário da morte de Juscelino Kubitscheck, a jornalista Anna Lee afirmou, em entrevista ao Jornal da Cidade nesta terça-feira (12), que o ex-presidente “estava marcado para morrer".

Foto: Reprodução
A poucos meses do cinquentenário da morte de Juscelino Kubitscheck, a jornalista Anna Lee afirmou, em entrevista ao Jornal da Cidade nesta terça-feira (12), que o ex-presidente “estava marcado para morrer".
Anna, que acredita que Juscelino foi assassinado, disse que “se Juscelino não morresse ali, naquele acidente, ele morreria no próximo acidente, na próxima curva. No sentido de que ele estava marcado, assim como Jango [João Goulart], assim como Lacerda [Carlos Lacerda] estava.” Para ela, ele estava “sendo muito vigiado e, de alguma forma, alguma coisa aconteceria.”
A declaração da autora do livro “O Beijo da Morte” , que aborda os mistérios das três mortes (de Kubitschek, Goulart e Lacerda) — vai de encontro a um relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP), que defende que Juscelino foi assassinado pela ditadura, e não vítima de um acidente automobilístico, como concluído à época e repetido pela Comissão Nacional da Verdade.
No programa, a autora detalhou as suas obras lançadas em parceria com o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony. Além da obra que aborda a morte dos políticos, o livro “Operação Condor” também foi pauta da entrevista. “O objetivo era vigiar todos os políticos e militantes que fossem contra o regime”, disse Anna ao explicar a operação. Segundo ela, existia no Brasil um departamento dentro do Itamaraty, o Centro de Informações do Exterior (CIEx), com a mesma função de monitorar brasileiros no exterior que contestavam a ditadura.
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