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Mário e Marcelo Kertész discutem cansaço provocado pelo excesso de tecnologia e retorno do analógico

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Mário e Marcelo Kertész discutem cansaço provocado pelo excesso de tecnologia e retorno do analógico

No Conversas Inúteis sobre o que Ninguém Pediu desta sexta-feira (29), pai e filho analisaram a saturação digital em meio ao avanço da inteligência artificia

Mário e Marcelo Kertész discutem cansaço provocado pelo excesso de tecnologia e retorno do analógico

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 29 de maio de 2026 às 13:00

A aceleração das transformações tecnológicas e o possível cansaço provocado pelo excesso de novidades digitais foram temas discutidos por Mário Kertész e Marcelo Kertész durante o Conversas Inúteis sobre o que Ninguém Pediu, exibido nesta sexta-feira (29). Ao longo da conversa, pai e filho refletiram sobre a busca constante por inovação, o avanço da inteligência artificial e a retomada de objetos e hábitos considerados ultrapassados, como discos de vinil, DVDs e fitas VHS.

“Você sabe que ontem, por acaso, tinha uma matéria aqui no noticiário local dizendo que DVD e VHS, aluguel de DVD e VHS, fita VHS, estão voltando, que as pessoas estão buscando isso de novo. Eu acho, de verdade, que com essa aceleração da tecnologia e principalmente agora com a inteligência artificial, vai ter um pouco desse movimento de rebote, as pessoas enchem o saco de muita tecnologia, do excesso de tecnologia”, afirmou Marcelo Kertész.

Durante a conversa, MK relembrou o interesse antigo pela busca de novidades tecnológicas, citando a procura por leitores eletrônicos de livros ainda antes da popularização do Kindle. “Rapaz, eu andava Miami toda com vocês procurando um, que hoje é o Kindle. Era da Sony, era um leitor eletrônico de livros. E depois, ele só botava livro nos Estados Unidos. Então, às vezes, eu não ia, mas ia alguém conhecido. Eu chegava lá e descarregava. Então, o próprio Kindle começou assim”, contou MK, ao relacionar a curiosidade por inovação ao atual cenário de excesso tecnológico.

Ao comentar o retorno de tecnologias consideradas antigas, MK também citou a volta do disco de vinil como exemplo desse movimento de retomada do analógico diante da saturação digital. “Não voltou o disco de vinil, rapaz? As pessoas acham que tem uma sonoridade melhor. Eu, como sou surdo, meu filho, qualquer sonoridade pra mim passa, ainda acho bom que eu consigo ouvir”, concluiu.

Confira o programa na íntegra: