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Cobrado por ouvintes, presidente da Limpurb responde reclamações sobre limpeza urbana em Salvador
Durante entrevista, Carlos Gomes respondeu a queixas enviadas por ouvintes sobre acúmulo de lixo em bairros da capital e atribuiu parte dos problemas ao descarte irregular de resíduos

Foto: Reprodução/Youtube
Em meio às reclamações de ouvintes sobre o acúmulo de lixo em diferentes pontos de Salvador, o presidente da Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), Carlos Gomes, participou do Jornal da Cidade, nesta terça-feira (7), para responder às críticas e explicar as ações do órgão. Durante a entrevista, ele comentou situações registradas em locais como Piedade, Liberdade, Avenida Joana Angélica, Barra e Lapinha, atribuindo parte dos problemas ao descarte irregular de resíduos e aos horários em que comerciantes e moradores colocam o lixo nas ruas.
Ao comentar as queixas sobre a Piedade e a Joana Angélica, Carlos explicou que o lixo costuma permanecer nas ruas por conta do horário em que comerciantes encerram as atividades, antes da passagem da coleta. Segundo ele, "a gente começa a coleta às 7 horas da noite. Os comerciantes fecham às 5, 5h30, colocam o lixo para fora, e os moradores de rua acabam abrindo os sacos. Depois de 8 horas, 8h30, pode passar que não tem mais nada". Sobre a Joana Angélica, destacou a instalação de um novo compactador de resíduos para atender a grande produção de lixo da região.
Em outro momento da entrevista, o presidente rebateu as críticas sobre o descarte de lixo ao lado do Colégio Estadual Navarro de Britto, na Lapinha, e responsabilizou o descarte irregular de entulho pela população. "Eu não concordo nunca com lixo em porta de colégio ou hospital. A gente já fez dez jardins ecológicos nesse local, mas o povo vai lá e joga sofá, cama. A Limpurb tem culpa? A Limpurb vai lá e tira", afirmou. Ele ainda reforçou a rapidez da resposta da autarquia: "É o único órgão da prefeitura que eu desafio qualquer um a responder tão rápido quanto a gente. Na meia hora a gente resolve."
Carlos Gomes também admitiu que problemas operacionais podem ocorrer, mas disse que são situações pontuais. "Como é que uma cidade com mais de 3 milhões de habitantes não vai ter uma reclamação aqui ou acolá? São seres humanos e máquinas. Um funcionário pode adoecer, um equipamento pode quebrar", declarou. O presidente ainda pediu a colaboração da população para respeitar os horários da coleta e evitar o descarte irregular de resíduos.
Confira na íntegra:
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