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Bellintani aponta impactos das telas na formação de jovens e defende restrição de celulares nas escolas

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Bellintani aponta impactos das telas na formação de jovens e defende restrição de celulares nas escolas

Restrição dos aparelhos já é associada a mais atenção, convivência social e menos conflitos nas escolas, de acordo com empresário

Bellintani aponta impactos das telas na formação de jovens e defende restrição de celulares nas escolas

Foto: Reprodução/Youtube

Por: Metro1 no dia 28 de julho de 2026 às 12:43

Atualizado: no dia 28 de julho de 2026 às 14:18

A restrição do celular nas escolas pode melhorar a aprendizagem e a convivência entre os alunos, segundo o empresário e educador Guilherme Bellintani. Ele defendeu limites diferentes conforme a idade durante participação no Jornal da Metropole no Ar desta terça-feira (28).

“Eu sou completamente favorável à proibição do celular nas escolas. Acho que há necessidade também de não ter isso como um remédio em si mesmo pleno”, afirmou. Para ele, crianças ainda não têm maturidade nem autonomia para controlar o próprio tempo diante das telas.

Bellintani avaliou que a proibição deve ser mais rígida na educação infantil e no ensino fundamental. No ensino médio, porém, considera possível permitir o uso gradual e controlado. Já nas universidades, acredita que celulares, computadores e inteligência artificial podem ajudar no aprendizado.

“Quando a gente vai para a educação infantil, a realidade é diferente. Não dá para deixar uma criança usando o celular e achar que ela vai ter maturidade e autonomia para fazer isso”, disse. Ele também alertou que o excesso de telas já provoca dificuldade de concentração, impaciência e problemas para manter leituras e raciocínios mais longos.

O educador afirmou ainda que aparelhos são usados, muitas vezes, como substitutos da atenção dos pais. “Esse é um problema que vai se tornar uma doença geracional”, alertou. Segundo ele, limites de tempo fazem os jovens retomarem atividades presenciais.

Confira a entrevista na íntegra: