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Janja defende Pacto Nacional como resposta urgente ao avanço do feminicídio no Brasil

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Janja defende Pacto Nacional como resposta urgente ao avanço do feminicídio no Brasil

Durante entrevista no Jornal da Metropole no Ar desta sexta-feira (31), primeira-dama afirmou que medidas protetivas mais rápidas encorajam mulheres a denunciar seus agressores e buscar ajuda

Janja defende Pacto Nacional como resposta urgente ao avanço do feminicídio no Brasil

Foto: Metropress/Fernanda Villas

Por: Metro1 no dia 31 de julho de 2026 às 12:42

A união entre os três Poderes e o fortalecimento da rede de proteção são fundamentais para enfrentar o feminicídio e a misoginia no Brasil, afirmou a primeira-dama Janja Silva em entrevista ao Jornal da Metropole no Ar, nesta sexta-feira (31). Ela participa, na Bahia, do lançamento estadual do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.

“É uma chaga que o Brasil tem e a gente precisa combater. E quando o meu marido entende isso e traz para ele a responsabilidade, porque ele fala que os homens precisam começar a discutir isso, foi muito importante”, declarou.

Janja explicou que o pacto aproxima Executivo, Legislativo e Judiciário e torna mais efetivas ações que já existiam. Segundo ela, medidas protetivas que antes demoravam semanas ou meses agora podem ser concedidas em até 24 horas ou no mesmo dia. O avanço também encoraja mais mulheres a denunciar seus agressores e buscar ajuda.

“As mulheres estão indo buscar a rede de proteção para denunciar os seus agressores. Isso é importante, porque elas estão se sentindo mais seguras. A rede de proteção salva vidas. O 180 é fundamental para salvar vidas”, disse.

A primeira-dama destacou que a Bahia possui delegacias especializadas, núcleos de assistência, a Ronda Maria da Penha e estruturas policiais voltadas à proteção das mulheres, mas defendeu ampliar o atendimento especializado durante 24 horas. Janja também ressaltou que qualquer pessoa pode denunciar pelo 180 e afirmou que o objetivo do pacto é chegar ao feminicídio zero. “Eu quero um dia chegar e dizer que reduziu 100%. Eu quero chegar ao dia em que eu não precise mais falar o nome de nenhuma mulher”, concluiu.

Confira a entrevista na íntegra: