Segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Rádio Metropole

/

Uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18"; alerta coordenadora de imunização da prefeitura

Rádio Metropole

Uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18"; alerta coordenadora de imunização da prefeitura

Doiane Lemos alerta para a difusão do sarampo no Brasil e reforça a importância da imunização

Uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18"; alerta coordenadora de imunização da prefeitura

Foto: Giuliana Farias/Metropress

Por: Metro1 no dia 26 de outubro de 2026 às 19:02

“Uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18”, é o que explica Doiane Lemos, Coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde. Em entrevista ao Metropole Saúde desta segunda (26), Doiane explicou a importância de se proteger contra a doença, e quais medidas são tomadas pela prefeitura para impedir que o sarampo chegue à Salvador: “A vacinação é a melhor forma de evitar o contágio. Quando o vírus volta a circular, significa que encontrou uma brecha, ou seja, pessoas não vacinadas”, disse.

Até o momento, a coordenadora explica que não há casos suspeitos nem confirmados da doença em Salvador, mas a cidade está em estado de alerta: “A situação exige muito da vigilância sanitária, ela precisa investigar todas as pessoas com quem o infectado teve contato”, explicou.

O sarampo pode causar pneumonia e desidratação extrema, quadros que exigem tratamento intensivo e podem levar à morte. A atenção, segundo Doiane, não deve ficar restrita apenas à febre amarela, vacina que garante a possibilidade de viagem ao exterior. Para ela, vacinação contra a Covid-19 também precisa continuar.

A profissional afirma que a base da proteção é formada na infância. A vacina utilizada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e é realizada, quando não há comprovação oficial da imunização na infância, por idade: 

  • Crianças de 6 a 11 meses: a vacinação só é feita quando o município registra casos da doença.
  • De 12 meses a 29 anos: duas doses.
  • De 30 a 59 anos: uma dose.
  • Profissionais de saúde: duas doses..

Doiane relembra que, desde 2016, existe um sistema que registra todas as vacinas recebidas, ou seja, mesmo quem não tenha o cartão físico por motivos de perda, por exemplo, pode conferir se foi imunizado ou não. Segundo o coordenadora, é comum que o cartão seja esquecido na adolescência, mas ele não perde a validade e serve como comprovação do histórico vacinal ao longo de toda a vida, mesmo que não seja usado com frequência.

Confira a entrevista na íntegra: