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Saúde

Metrópole Saúde: médico fala de cuidados com a formação de profissionais da saúde durante a pandemia

Escolas e faculdades tiveram que se render ao ensino remoto, e para alguns cursos, como os da área de saúde, as mudanças foram radicais

[Metrópole Saúde: médico fala de cuidados com a formação de profissionais da saúde durante a pandemia]
Foto : Reprodução

Por Luciana Freire no dia 11 de Março de 2021 ⋅ 17:40


A pandemia impôs muitos desafios. Já faz um ano, e ainda tentamos nos adaptar a uma das principais medidas de prevenção ao coronavírus: o isolamento social. Escolas e faculdades tiveram que se render ao ensino remoto, e para alguns cursos, como os da área de saúde, as mudanças foram radicais, como explica o médico, vice-presidente de Saúde da rede UniFTC, Dr. André Nazar.

"Passamos toda educação do curso, toda educação médica, para um ambiente virtual. Isso porque é a única forma de fazê-lo ou a gente fazia dessa forma ou a gente simplesmente aceitaria parar momentaneamente. Então virtualizamos o curso completamente, em uma semana transformamos todas as atividades teórico cognitivas que eram presenciais para virtuais. Viabilizados pelos decretos de lei, sejam eles federais, estaduais, ou municipais, em conformidade com o ministério da Educação e Cultura", disse André.

O médico explicou ainda sobre a decisão de retomada das aulas presenciais no curso de medicina. Ele afirma que a instituição entende que uma vez conhecendo a covid-19 e seus riscos, participar da ação no combate à doença contribui no ensino e é um valor da profissão.

"Com o passar do tempo começamos a entender a doença, e começamos a entender que precisávamos continuar a tocar a vida. Hoje nós temos uma grande carência de médicos e profissionais de Saúde atuando nos serviços de saúde públicos, serviços ficaram supersaturados. O estudante de medicina nos últimos anos de formação contribui com atendimento à população. Ele já tem grande parte do conhecimento médico sedimentado e também é muito racional da nossa parte pensar que eles participarem desse momento é participar do exercício da medicina. Daqui a um, dois anos se tornarão médicos, o aprendizado com essa pandemia é enorme então por que deixar de fazê-los aprender já que isso não era nada antiético antiprofissional, ao contrário", conclui André.

 

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