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"Maternidades privadas fecham por questão comercial de lucro", diz Sindimed

A grave crise enfrentada pelas maternidades foi mais uma vez comentada na manhã desta quarta-feira (14), na Rádio Metrópole. Durante entrevista, o presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed), Francisco Magalhães, disse que é uma situação muito ruim para a população, para os profissionais e "já ultrapassou o caos". [Leia mais...]

"Maternidades privadas fecham por questão comercial de lucro", diz Sindimed

Foto: Reprodução / Tribuna da Bahia

Por: Camila Tíssia no dia 14 de outubro de 2015 às 10:12

A grave crise enfrentada pelas maternidades foi mais uma vez comentada na manhã desta quarta-feira (14), na Rádio Metrópole. Durante entrevista, o presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed), Francisco Magalhães, disse que é uma situação muito ruim para a população, para os profissionais e "já ultrapassou o caos".

Sobre o fechamento das maternidades privadas, Francisco Magalhães afirma que é "uma questão comercial de lucro". Já as públicas estão fechando por conta das pendências naturais que surgem com o esgotamento de vagas e da superlotação. 

"É extremamente preocupante verificamos que a cada dia 'parir' se tornou cada vez mais dificil. Hoje não se abre mais maternidades. Se você precisa se utilizar de uma maternidade para esse ato, que toda mulher gostaria, ela fica à deriva. Não interessa se você pagou plano ou se será pelo SUS, é total a desassistência", falou o president do Sindimed. Francisco complementou dizendo que é um "prcosesso de dramatização" essa assistência ao parto.

Questionado sobre possíveis providências, Francisco afirma que já procurou o Ministério Público, através da promotoria do consumidor, para cobrar da Agência Nacional de Saúde (ANS) um posicionamento. "É fácil vender plano de saúde, mas não tem o que oferecer. Os planos de saúde são detentores do capital, mas não investem e pagam mal. O MP está com essa demanda para ver se resolve", disse. Com as públicas, o presidente afirmou que um apelo foi feito ao governo para abrir novos leitos.