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Polícia do Rio impede ataque terrorista planejado na Alerj e prende três pessoas

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Polícia do Rio impede ataque terrorista planejado na Alerj e prende três pessoas

Operação identificou 13 suspeitos e apreendeu instruções para fabricação de explosivos

Polícia do Rio impede ataque terrorista planejado na Alerj e prende três pessoas

Foto: Divulgação/RioTur

Por: Metro1 no dia 02 de fevereiro de 2026 às 15:38

A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou ter impedido um ataque terrorista nesta segunda-feira (2), após uma operação realizada na capital, na região metropolitana e no interior do estado. Segundo a corporação, a ação estava programada para ocorrer em frente a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no centro da cidade.

Segundo a polícia, a operação estava planejada, inicialmente, para cumprir medidas cautelares contra quatro envolvidos. No entanto, após acesso a novas informações, outros 13 suspeitos foram identificados na manhã desta segunda-feira (2). Até o fim da tarde, três pessoas haviam sido presas e dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos investigados.

As investigações apontam que o grupo autodenominado “Geração Z”, embora se apresentasse como apartidário e anticorrupção, estimulava e preparava ações de violência e terrorismo, além de incentivar ataques contra estruturas de comunicação, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos.

Durante as buscas, os agentes encontraram instruções para a confecção de artefatos incendiários improvisados, além de bombas caseiras com bolas de gude e pregos.

“Todos [os suspeitos] são participantes ou administradores de grupos vinculados ao Rio de Janeiro e exerciam papel ativo e relevante, com incentivo direto à prática de atos violentos e direcionamento das ações planejadas, incluindo a escolha de um local sensível do cenário político fluminense para a realização do ataque”, afirmou a polícia.

As investigações começaram depois que os agentes identificaram grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados para organizar manifestações marcadas para esta segunda-feira, às 14h, em diversos estados do país. O caso segue em apuração e os alvos dos mandados podem responder por incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário.