Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp >>

Quinta-feira, 23 de maio de 2024

Home

/

Notícias

/

Cidade

/

Após denúncias de obra irregular, moradora expõe apartamento alagado em edifício de luxo

Cidade

Após denúncias de obra irregular, moradora expõe apartamento alagado em edifício de luxo

Na gravação, é possível observar a residência completamente alagada e com o gesso do teto do banheiro e de um dos quartos destruído

Após denúncias de obra irregular, moradora expõe apartamento alagado em edifício de luxo

Foto: Reprodução

Por: Metro1 no dia 18 de abril de 2024 às 18:00

Atualizado: no dia 18 de abril de 2024 às 18:42

O edifício de luxo Mansão Wildberger, situado em uma área nobre da capital baiana, novamente está no centro de polêmicas. Após moradores entrarem com uma ação judicial contra um vizinho que teria iniciado obras prejudiciais aos demais apartamentos, uma moradora registrou em vídeo os estragos em sua residência. 

Na gravação, é possível observar a residência completamente alagada e com o gesso do teto do banheiro e de um dos quartos destruído. “Olha o teto, podia ter caído na cabeça de alguém. Essa é a minha situação atual e não para de cair água”, afirma.

O vizinho apontado pelos moradores é o empresário Bruno Lima, sócio da Caffeine Army, empresa dona da Supercoffee, marca conhecida por atletas, famosos e influenciadores. Segundo a decisão à qual o Metro1 teve acesso, Lima foi notificado 'para que adotasse as providências cabíveis para a resolução do problema, porém, ele continuou com as execuções das obras no referido apartamento".

A obra teria causado transtornos e riscos estruturais como rachaduras nas paredes de outros imóveis, além de desabamento de parte do gesso do teto do apartamento. Danos como infiltração e vazamento de água também foram registrados por moradores. 

A ação contra o empresário foi movida por Pasu Patrimonial Ltda, Paulo Fernando de Oliveira Regis e Sumaia Almeida Menezes Regis. Os autores afirmam que registraram queixa na Polícia Civil e denunciaram irregularidades contra Bruno à Secretaria de Urbanismo e Obras do Município de Salvador, que resultou no embargo da obra por falta de licenças adequadas.