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Sem infraestrutura, abrigos de idosos são notificados pela Vigilância Sanitária

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Sem infraestrutura, abrigos de idosos são notificados pela Vigilância Sanitária

Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (5), a coordenadora de Vigilância Sanitária de Salvador, Karina Queiroz, falou sobre o trabalho de inspeção em abrigos de idosos da capital baiana, juntamente com o Ministério Público e a Secretaria Municipal de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza (Semps). [Leia mais...]

Sem infraestrutura, abrigos de idosos são notificados pela Vigilância Sanitária

Foto: Reprodução/Liga Solidária

Por: Gabriel Nascimento no dia 05 de outubro de 2015 às 10:15

Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (5), a coordenadora de Vigilância Sanitária de Salvador, Karina Queiroz, falou sobre o trabalho de inspeção em abrigos de idosos da capital baiana, juntamente com o Ministério Público e a Secretaria Municipal de Promoção Social, Esporte e Combate à Pobreza (Semps). De acordo com Karina, a estrutura dos estabelecimentos estão sendo avaliadas, bem como os itens que podem comprometer a saúde dos abrigados. "Estamos fazendo um diagnóstico e repassando para o estabelecimento, para preservar a saúde de todos que estão lá dentro", afirmou.

A coordenadora de Vigilância Sanitária falou ainda sobre a importância das visitas regulares para manter o bom funcionamento dos locais. "É necessário ter visitas regulares, ter uma estrutura compatível para que o idoso tenha uma alimentação correta, para o idoso que é diabético ou tenha complicações mais sérias. Por que nossa função é evitar, estamos tão solidários aos problemas que estão dentro dos abrigos, que entendemos que faz parte da nossa atribuição pontuar questões que podem causar um risco e esse idoso vir a adoecer ou até mesmo a morte", disse.

Karina destacou ainda os problemas encontrados durante as vistorias e o procedimento para resolução dos problemas identificados. "Encontramos problemas em estruturas físicas, não compatíveis com estruturas de um abrigo, essa é uma das questões que a gente observa, questões referentes a tratamento", disse. "Se observarmos que no prazo de 30 dias o abrigo resolveu os problemas, podemos prorrogar para que abrigo conserte os outros erros, se a gente observar que alguma situação possa causar um risco será interditado", completou.