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Editorial

MK celebra tombamento da Igreja Ascensão do Senhor, no CAB; ouça

Em comentário na Rádio Metrópole, Mário Kertész também falou sobre sua relação com o Natal

[MK celebra tombamento da Igreja Ascensão do Senhor, no CAB; ouça]
Foto : Matheus Simoni/Metropress

Por Metro1 no dia 18 de Dezembro de 2020 ⋅ 08:35

Em comentário na Rádio Metrópole, na manhã de hoje (18), Mário Kertész celebrou o tombamento da Igreja Ascensão do Senhor, localizada no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador, como Patrimônio Cultural da cidade. O reconhecimento foi publicado ontem (17) no Diário Oficial do Município. MK se disse "muito alegre" com o tombamento e relembrou a construção do templo, em 1975, durante seu período como secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do governo de Antônio Carlos Magalhães.

"Eu construí essa igreja lá no Centro Administrativo no primeiro governo de ACM, a pedido dele e do Cardeal Dom Avelar Brandão Vilela. Foi um pedido mais de ACM, que um dia ligou para mim de noite e disse 'Mário, queria fazer uma igreja lá no Centro Administrativo. Mas uma igreja bonita'. E é linda essa igreja, linda. Ele queria 'uma igreja para a granfinagem fazer seus casamentos'. E aí [o arquiteto] Lelé já trabalhava comigo, João Filgueiras Lima, de abençoada memória, fez o projeto, Dom Avelar e o governador aprovaram. É uma igreja fantástica. Os primeiros batismos que aconteceram na igreja foram de Duda e Marcelo, meus filhos", contou.

MK ainda falou sobre a sua relação com o Natal ao longo da vida. "Apesar de eu ser judeu, na casa dos meus pais não tinha uma comemoração específica de Natal, mas não tinha como não estar imbuído das emoções do Natal, que é uma festa que eu gosto muito. Tem gente que acha triste, melancólica, eu não acho. Sempre gostei do Natal. E minha mãe sempre fazia uma mesa especial com aquelas comidas de Natal. (...) Eu e meus irmãos mais velhos, Eduardo, de abençoada memória, e Carlos, que está firme e forte em São Paulo, nós ajudávamos papai na loja dele durante o Natal, que pra nós era uma diversão. Papai não deixava a gente trabalhar, dizia que tínhamos que estudar, mas no Natal ele deixava. (...) E meus filhos sempre comemoraram. Eliana, de abençoada memória, sempre fazia uma ceia muito bonita no Natal", relatou.

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