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Sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Editorial

MK condena pressão sobre Jerônimo para definir candidato: “Não adianta discutir e pressionar"

MK ainda destacou a retirada da pré-candidatura do vice-governador Geraldo Júnior à prefeitura de Salvador

MK condena pressão sobre Jerônimo para definir candidato: “Não adianta discutir e pressionar"

Foto: Metropress

Por: Metro1 no dia 12 de dezembro de 2023 às 10:41

Atualizado: no dia 12 de dezembro de 2023 às 10:50

Ao falar sobre a eleição do próximo ano em Salvador, Mário Kertész afirmou, nesta terça-feira (12), que cabe ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) decidir quando e quem será o candidato do grupo político para disputar a prefeitura da capital baiana. MK ainda criticou a pressão sobre o petista e falou da decisão do MDB de retirar a pré-candidatura do vice-governador Geraldo Junior ao Palácio Thomé de Souza. 

“Quem decide isso [o candidato a prefeito] é uma pessoa só - claro que ouvindo líderes, partidos - e chama-se governador Jerônimo Rodrigues. Não adianta discutir e pressionar. O governador tem se mostrado um excelente administrador e político. Quem subestima a capacidade política e pessoal do governador está errado e vai se dar mal. Ele sabe que essa eleição do próximo ano é fundamental para a possível reeleição dele. Então, pronto. Esperem e tenham paciência.”, afirmou.

Nesta segunda-feira (11), o ex-ministro Geddel Vieira Lima anunciou a retirada da candidatura de Geraldo Júnior e apoio ao deputado federal e pré-candidato a prefeito de Salvador, Antonio Brito (PSD). MK criticou quadros políticos e jornalistas que relativizaram o posicionamento de Geddel. 

“O MDB ontem retirou a candidatura de Geraldo Júnior. É uma decisão que ninguém tem que julgar, tem que aceitar. Não adianta Lúcio Vieira Lima, jornalistas e outros interessados chegarem e dizerem ‘ não é nada disso’. É sim. E é claro que isso é um ato de pressão ao governador Jerônimo”, salientou. 

O apresentador ainda destacou a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em uma conferência do Partido dos Trabalhadores, em Brasília, Lula questionou por que o PT, que governa a Bahia há 20 anos, nunca elegeu um prefeito em Salvador. A fala do mandatário foi utilizada pela vereadora Marta Rodrigues e pelo presidente do PT da Bahia, Éden Valadares, para tensionar e forçar que o candidato do grupo político seja da legenda. Mas, para MK, a declaração de Lula foi distorcida. “O que o presidente Lula disse é que a oposição ao União Brasil tem que ter um prefeito em Salvador”, salientou Mário Kertész.

Confira editorial: