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MK repercute editorial do Estadão sobre candidatura de Flávio Bolsonaro e ascensão de milícias; confira

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MK repercute editorial do Estadão sobre candidatura de Flávio Bolsonaro e ascensão de milícias; confira

Radialista destacou, nesta quinta-feira (24), o peso de um jornal identificado com a direita conservadora apontar risco de ascensão das milícias ao poder

MK repercute editorial do Estadão sobre candidatura de Flávio Bolsonaro e ascensão de milícias; confira

Foto: Reprodução/YouTube

Por: Metro1 no dia 25 de setembro de 2026 às 07:54

Atualizado: no dia 25 de setembro de 2026 às 08:30

O radialista Mário Kertész repercutiu, no Jornal da Metropole no Ar desta quinta-feira (24), o editorial publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão, sobre a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) e a ascensão de milícias.

Durante o comentário, o radialista destacou o posicionamento do veículo e lembrou que o Estadão é um jornal de direita e conservador. "Vocês conhecem o jornal Estado de São Paulo, conhecido como Estadão? É um jornal de direita, sempre foi, desde sempre", afirmou. Para Kertész, esse aspecto chama atenção diante do teor do editorial, que faz críticas à candidatura de Flávio Bolsonaro e aborda possíveis consequências de sua chegada à Presidência da República.

O editorial afirma que todo eleitor tem liberdade constitucional para escolher seu candidato, mas ressalta que a candidatura do senador, "dado o histórico", representaria um risco de ascensão das milícias ao poder. O texto coloca as relações de Flávio Bolsonaro com personagens ligados às milícias no centro da análise e sustenta que esses episódios devem ser considerados pelos eleitores durante a escolha para a disputa presidencial de 2026.

O texto também menciona episódios relacionados à trajetória política do senador, entre eles uma emenda parlamentar solicitada por condenado pela execução da então vereadora Marielle Franco, declarações elogiosas às milícias e uma homenagem a um apontado como chefe do chamado Escritório do Crime. O editorial ainda cita a contratação de parentes desse personagem para o gabinete de Flávio Bolsonaro.

O radialista destacou que o Estadão não costuma ser associado à oposição ao bolsonarismo e considerou relevante o jornal colocar as relações de Flávio Bolsonaro com personagens ligados às milícias no centro do debate sobre a eleição presidencial. O radialista chamou atenção ainda para o fato de o texto não apenas registrar episódios envolvendo Flávio Bolsonaro, mas utilizá-los para levantar uma discussão sobre o significado de uma eventual chegada do senador à Presidência da República.

Veja comentário na íntegra: