Editorial

MK comenta prisão em 2ª instância e aditamentos de PPP da iluminação pública

Em comentário na Rádio Metrópole, Kertész ainda alfinetou o diretor de Iluminação Pública de Salvador, Júnior Magalhães: "Dizem que ele não entende absolutamente nada disso"

[MK comenta prisão em 2ª instância e aditamentos de PPP da iluminação pública]
Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Metro1 no dia 15 de Outubro de 2019 ⋅ 08:37

A previsão de julgamento da prisão de condenados em segunda instância pelo Supremo Tribunal Federal (STF) foi o principal tema do comentário de Mário Kertész, hoje (15), na Rádio Metrópole. MK lembrou que a decisão gera controvérsia, principalmente pela possibilidade de favorecer a morosidade dos processos e a impunidade dos réus.

"Tem muita gente que defende que condenado em segunda instância deve recorrer preso, e tem muita gente que acha que isso é inconstitucional porque não garante o direito de defesa até as últimas consequências, ou seja, até a quarta instância. Sim, mas você sabe também que isso tem proporcionado, de uma maneira ou de outra, que muita gente fique anos e anos e anos batalhando na Justiça, às vezes o caso prescreve, às vezes não prescreve... Por exemplo, o caso daquele ex-governador de Minas Gerais [Eduardo Azeredo], ele foi preso deve ter um ano. O julgamento dele demorou 20 anos. Vinte anos", ponderou.

MK também voltou a tocar no assunto da Parceria Público-Privada (PPP) da iluminação pública de Salvador, que teve os contratos prorrogados na última sexta (11). "A tal PPP não foi pra frente, não vai, está sendo formatada, reformatada, julgada, rejulgada, e enquanto isso a prefeitura simplesmente prorroga os contratos. Grandes contratos, não é pouco dinheiro não, é muito dinheiro. Tudo sendo tomado conta por aquele cidadão [diretor de iluminação pública do município] Júnior Magalhães, filho da ex-prefeita e ex-deputada Tonha [Magalhães], de Candeias. Dizem que ele não entende absolutamente nada disso, mas é muito ligado ao pessoal da arapongagem", disse.

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