Editorial

Coronavírus no Brasil e passaporte de Ronaldinho: MK comenta assuntos da semana; ouça

Em comentário na Rádio Metrópole, MK ainda falou sobre o baixo resultado do PIB em 2019

[Coronavírus no Brasil e passaporte de Ronaldinho: MK comenta assuntos da semana; ouça]
Foto : Matheus Simoni / Metropress

Por Metro1 no dia 06 de Março de 2020 ⋅ 08:19

Em comentário na Rádio Metrópole, na manhã de hoje (6), Mário Kertész abordou os principais assuntos do noticiário nacional, a exemplo da confirmação da transmissão local do coronavírus no Brasil e os impactos da epidemia no cenário econômico.

"O que eu acho mais importante dessa doença é que ela é transmitida numa velocidade fantástica. E ela pega mais letalmente, ou com uma letalidade ainda baixa, idosos e crianças. Outra coisa é o tremendo estrago que ela está fazendo na economia mundial. Absolutamente inesperado. Quem iria pensar que a China iria passar por esse problema, depois a Coreia, depois o restante do mundo. O dólar turismo já está a R$ 5,50. Eu quero ver quem são as mamães da classe média alta que iam pra Miami fazer compras de enxoval", disse.

MK ainda lembrou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 no país, que ficou em 1,1%, abaixo das expectativas da equipe econômica. "É isso que a gente espera de um governante que prometeu no ano passado 2% de aumento do PIB, deu 1,1%, menos do que nos dois anos do governo Temer? E que pra este ano, com essa coisa, com o coronavírus, a gente vai pra onde? (...) Mas tem um ditado popular que diz 'quando não tem jeito, o jeito está dado'. Temos que esperar pra ver se acontece alguma coisa no Brasil, pro bem ou pro mal, que piore, que melhore, o que a gente pode fazer? Não se calar, não aceitar placidamente, não se fazer de desentendido e querer justificar as atrocidades que estão cometendo contra o nosso país", afirmou.

Outro assunto abordado por MK foi a prisão do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho no Paraguai com um passaporte falsificado. "Se ele pode entrar lá ou na Argentina só com carteira de identidade, por quê falsificar? Aí tem coisa. Isso é estelionato!", opinou.

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