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Guto critica atuação do Bahia na primeira etapa, mas exalta 'humildade'

O técnico Guto Ferreira comentou a atuação do Bahia diante do Sergipe nesta quinta-feira (16), após a partida na Copa do Brasil que garantiu a classificação do tricolor na próxima fase competição. Em entrevista à Rádio Metrópole, o treinador afirmou que não gostou do primeiro tempo da equipe. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ECB/Felipe Oliveira

Por Matheus Simoni no dia 16 de Fevereiro de 2017 ⋅ 23:12

O técnico Guto Ferreira comentou a atuação do Bahia diante do Sergipe nesta quinta-feira (16), após a partida na Copa do Brasil que garantiu a classificação do tricolor na próxima fase competição. Em entrevista à Rádio Metrópole, o treinador afirmou que não gostou do primeiro tempo da equipe.

"Vamos ser realistas. Fizemos um primeiro tempo muito aquém do que o Bahia vem jogando. A marcação ficou longe e espaçada. O foco não estava o ideal. O meio tinha dificuldade de jogar. Tivemos muita dificuldade. Mas o Jean teve um papel fantástico e sempre encontrou alguém para corrigir os erros que aconteceram. Não começamos tão bem. Eles tiveram algumas chances, e só depois veio o estalo de que tínhamos que girar a bola e compactar mais", declarou o comandante tricolor.

Ainda segundo Guto, os atletas tiveram 'humildade' para reconhecer os erros e buscar o resultado na etapa final. "O grupo está de parabéns pelo empenho e pela humildade que teve por saber que começou o primeiro tempo em baixa e depois percebeu que precisa produzir mais. Depois perceber isso e se impor no segundo tempo. O Bahia sempre tem que jogar se impondo, seja contra quem for", disse.

Para o treinador, o importante não é ter um jogador de titular, e sim um conjunto de atletas prontos para serem titulares. "Temos um ano muito longo e intenso. Não temos porque pensar em quem vai ser o titular. Temos que ter mais do que 11 titulares. Teremos que ter dois laterais ou goleiros titulares, no mínimo três zagueiros, quatro meias e por aí vai, para que a gente possa rodar a equipe. O mais importante não é o Juninho, o Hernane ou o Renê, ou até mesmo o Guto. O importante é o Bahia", concluiu.

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