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Irã ameaça considerar inimigos países que apoiarem guerra econômica de Trump

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Irã ameaça considerar inimigos países que apoiarem guerra econômica de Trump

Autoridade iraniana reage ao plano dos EUA de ampliar a pressão econômica contra Teerã

Irã ameaça considerar inimigos países que apoiarem guerra econômica de Trump

Foto: Canva Imagens

Por: Metro1 no dia 22 de agosto de 2026 às 18:31

Atualizado: no dia 22 de agosto de 2026 às 18:32

O Irã ameaçou considerar como inimigos os países vizinhos que apoiarem a guerra econômica anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O alerta foi feito neste sábado (22) por Mohsen Rezaei, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, segundo a imprensa estatal do país.

“Estamos dizendo a todos os países vizinhos para não se juntarem à guerra econômica dos EUA; caso contrário, nós os consideraremos inimigos”, afirmou Rezaei. Segundo a Press TV, o secretário também declarou que o Estreito de Ormuz continuará fechado até que os Estados Unidos cumpram seus compromissos.

Pressão econômica

A ameaça ocorre após Trump anunciar que pretende adotar a medida econômica “mais devastadora” já aplicada pelos Estados Unidos contra o Irã. O presidente americano afirmou que qualquer país que oferecer apoio a Teerã poderá sofrer punições econômicas, mas não informou quais medidas seriam adotadas nem citou possíveis alvos.

Em publicação na rede social Truth Social, Trump disse que o Irã não aproveitou oportunidades para chegar a um acordo com Washington. “QUALQUER país que permita que suas instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais ofereçam qualquer tipo de ajuda vital ao Irã enfrentará, por sua vez, CONSEQUÊNCIAS ECONÔMICAS TREMENDAS”, disse Trump.

Tensão entre Irã e EUA

Rezaei afirmou ainda que “a estupidez de Trump empurrou o mundo para a busca por bombas atômicas”. Um aliado do líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, classificou as declarações do presidente americano como resultado de “desespero” e afirmou que Teerã “não se curvará” a Washington.