Justiça
PF diz que ‘Sicário’ tentou se matar após prisão em investigação sobre fraudes no Banco Master

Diversas propostas foram apresentadas no Legislativo, mas não avançaram

Foto: Gustavo Moreno/SCO/STF
O Supremo Tribunal Federal julga nesta quarta-feira (25) a decisão do ministro Flávio Dino que determinou a suspensão do pagamento de adicionais conhecidos como “penduricalhos” a servidores dos três Poderes. A análise pode contribuir para estabelecer regras mais claras.
A Constituição estabelece que nenhum servidor público pode receber remuneração superior ao subsídio dos ministros do Supremo, atualmente fixado em R$ 46.366, valor que representa o teto do funcionalismo.
Apesar desse limite, foram criadas ao longo do tempo parcelas classificadas como indenizatórias, que ficam fora do teto remuneratório. Esse enquadramento permite que determinados vencimentos ultrapassem o valor máximo previsto, dando origem aos chamados supersalários.
Diversas propostas para restringir esses pagamentos já foram apresentadas no Legislativo, mas não avançaram até a etapa final. O próprio governo incluiu a limitação dos supersalários entre as prioridades encaminhadas ao Congresso na abertura do ano legislativo de 2025.
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