Política
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O ministro da Justiça é cotado para assumir a vaga que abre em outubro com a aposentadoria de Rosa Weber

Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil
O ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), reconheceu, nesta quarta-feira (27), a existência de critérios, como raça e gênero, para escolha do próximo indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar disso, Dino, que é um dos cotados para o cargo, pontuou que existem outros fatores que também precisam ser observados .
"Toda reivindicação dos movimentos sociais é legítima, sempre. Agora lembremos que é um sistema. Temos instituições de Justiça com várias instâncias, com vários tribunais, e o presidente [Luiz Inácio Lula da Silva] tem observado isso, sou testemunha. Ele tem nomeado muitas mulheres, negras", afirmou. "Então, ele [Lula] leva em conta isso [raça e gênero] como critério, e de fato é algo que nosso governo preza muito. Em relação ao Supremo, é claro, existem vários critérios. E ai é um arbitramento que cabe a ele", acrescentou.
No próximo dia 2 de outubro, abre uma nova vaga na Corte, já que a atual presidente do STF, Rosa Weber, completa os 75 anos e será obrigada a se aposentar.
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