Sábado, 31 de outubro de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Política

/

Após derrota, Flávio Bolsonaro fala em disputar Presidência novamente antes de 2030

Política

Após derrota, Flávio Bolsonaro fala em disputar Presidência novamente antes de 2030

Senador afirmou que cenário econômico pode antecipar uma nova disputa eleitoral e declarou apoio a Rogério Marinho na eleição para a presidência do Senado

Após derrota, Flávio Bolsonaro fala em disputar Presidência novamente antes de 2030

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por: Metro1 no dia 31 de outubro de 2026 às 08:31

Atualizado: no dia 31 de outubro de 2026 às 08:37

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que pretende voltar a disputar a Presidência da República antes das eleições de 2030. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, na sexta-feira (30), após sua derrota na disputa pelo Palácio do Planalto e a viagem para os Estados Unidos. Na ocasião, ele também anunciou apoio ao senador Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência do Senado.

Ao comentar a possibilidade de uma nova candidatura, Flávio afirmou que está disposto a enfrentar o que considerar necessário para voltar ao comando do país. Segundo ele, o cenário político e econômico brasileiro pode antecipar uma nova disputa presidencial. O senador avaliou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá enfrentar dificuldades e declarou acreditar que o país entrará em uma crise capaz de abreviar o atual mandato.

Durante a live, o parlamentar também defendeu que a oposição concentre sua atuação no Congresso Nacional, especialmente no Senado. Ele demonstrou desconfiança em relação à possibilidade de mudanças no resultado das eleições por meio de decisões judiciais e citou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao justificar sua avaliação.

Nesse contexto, Flávio pediu que os senadores apoiem Rogério Marinho na disputa pelo comando da Casa. O nome do parlamentar do Rio Grande do Norte foi apresentado como alternativa para fortalecer a oposição ao governo federal. O senador também criticou possíveis negociações que envolvam a liberdade de Jair Bolsonaro como moeda de troca política, classificando esse tipo de articulação como “nojenta”.

O senador também justificou a decisão de permanecer fora do país ao dizer que, caso estivesse no Brasil, não conseguiria manter o mesmo contato com os familiares nem realizar a transmissão.

Apesar de não reconhecer a vitória de Lula, Flávio indicou que não acredita em medidas judiciais capazes de reverter o resultado das urnas. Ao encerrar a fala, afirmou que pretende retomar uma atuação mais ativa junto aos apoiadores e pediu que a oposição mantenha a mobilização.