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Lúcio defende Geddel e chama deputado para a briga: "Sou lutador de sumô"

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Lúcio defende Geddel e chama deputado para a briga: "Sou lutador de sumô"

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) saiu em defesa do irmão, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e protagonizou uma discussão, na Câmara Federal, com o colega Silvio Costa (PTdoB-PE). [Leia mais...]

Lúcio defende Geddel e chama deputado para a briga: "Sou lutador de sumô"

Foto: Agência Brasil

Por: Matheus Morais no dia 24 de novembro de 2016 às 09:51

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) saiu em defesa do irmão, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e protagonizou uma discussão, na Câmara Federal, com o colega Silvio Costa (PTdoB-PE). Tudo começou quando Costa foi ao plenário da Casa e pediu a demissão de Geddel, acusando o peemedebista de praticar tráfico de influência para conseguir a liberação de um empreendimento imobiliário em Salvador.

“Ele praticou um crime sim. Imagina se isso tivesse ocorrido no governo da presidente Dilma Rousseff? Isso aqui estaria um pandemônio”, disse o deputado, que foi vice-líder do governo da petista. De acordo com Costa, Michel Temer mantém Geddel no cargo para que ele não perca o foro privilegiado e não caia nas mãos do juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato. “Ele está como sagui, chorando e mamando. Porque ele chorou, mas continua mamando”, ressaltou. 

Já Lúcio, elevou o tom e disse que Costa não tinha "moral" para  apontar malfeitos porque o filho do deputado estava com os bens bloqueados. Sílvio Costa Filho foi acusado de desviar recursos quando foi secretário de Turismo de Pernambuco. Pra piorar, Lúcio Vieira Lima disse que estava disposto a enfrentar fisicamente o deputado do PTdoB e cutucou o colega, falando que estava chamando Costa de “Silvio Tosta para não dizer outra coisa”.

Contatado pelo Metro1, na manhã desta quinta-feira (24), Lúcio confirmou a discussão e disse que toparia enfrentar o deputado "em qualquer parada. Na truculência física e na truculência verbal". "Disse e repito, ele é um jacu baleado", destacou. "Ele pode vir, que eu sou lutador de sumô", brincou.