Política

Nilo revela que Bruno Reis prometeu apoiá-lo para presidência da AL-BA: "Tenho mensagens"

O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e atual deputado estadual, Marcelo Nilo (PSL), relembrou o período de campanha, quando tentou disputar, pela sexta vez, o comando da Casa. Nilo revelou que esteve reunido duas vezes com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) e com o vice-prefeito, Bruno Reis (PMDB), e que o vice-prefeito de Salvador garantiu que o apoiaria no pleito contra Angelo Coronel, que acabou vencendo as eleições. [Leia mais...]

[Nilo revela que Bruno Reis prometeu apoiá-lo para presidência da AL-BA:
Foto : Agecom/ Prefeitura de Salvador

Por Matheus Morais e Gabriel Nascimento no dia 21 de Setembro de 2017 ⋅ 10:12

O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e atual deputado estadual, Marcelo Nilo (PSL), relembrou o período de campanha, quando tentou disputar, pela sexta vez, o comando da Casa. Nilo revelou que esteve reunido duas vezes com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) e com o vice-prefeito, Bruno Reis( PMDB), e que o peemedebista garantiu que o apoiaria no pleito contra Angelo Coronel, que acabou vencendo as eleições.

"Tive duas vezes com Neto, sai com a certeza que ele me apoiaria. Bruno Reis também me disse que estava tudo certo. Eu tenho mensagens dele dizendo que estava tudo certo. Mas entendo, faz parte, são oposição, ele é meu adversário", revelou em entrevista à Rádio Metrópole, na man hã desta quinta-feira (21). 

Sobre a "traição" de partidos como o PCdo B, Marcelo Nilo foi direto: "Veja bem, eu sou um homem experiente. 28 anos como deputado, conheço gente e deputado. Os três deputados do PCdoB foram a dois almoços me apoiar. Os três eram meus amigos pessoais, me deixaram na véspera, às 16h30 e soube pelos sites. Aí Daniel [Almeida, ex-presidente do PCdoB na Bahia] ficou zangado porque não sabe perder. Sandro Régis, oposição, um dos melhores amigos meus, trabalhou contra mim, tenho uma relação pessoal com ele, trabalhou contra mim e não tenho nenhuma mágoa, porque ele é oposição", afirmou.


"Eu desisti convencido que ganharia. Tinha dez votos na oposição, com a saida do PCdoB, Reinaldo Braga, Nelson Leal, Roberto Carlos, eu ainda tinha 24 votos oficiais e dez do lado de lá, somavam 34. Eu disse ao governador, na véspera, que não seria mais candidato
Eu liguei para os dez votos secretos da oposição, teve um deputado que chorou implorando, no telefone, para que eu disputasse. "Pelo amor de Deus, não desista". Mas se eu ganho, eu ganharia, a Assembleia ficaria dividida", disse.

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