Política

Presidente da UPB reclama de insuficiência das verbas federais: \"Como é que governa sem dinheiro?\"

Presidente da União dos Prefeitos da Bahia (UPB) e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro (PSD) foi entrevistado por Mário Kértesz, na Rádio Metrópole, na manhã desta quarta-feira (25), e criticou o corte de repasse de verbas destinada à Bahia pela Governo Federal. Segundo o prefeito, em tempos de crise, \"quem sofre é o pequeno\". [Leia mais...]

[Presidente da UPB reclama de insuficiência das verbas federais: \
Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Luiza Leão no dia 25 de Outubro de 2017 ⋅ 14:37

Presidente da União dos Prefeitos da Bahia (UPB) e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro (PSD) foi entrevistado por Mário Kértesz, na Rádio Metrópole, na manhã desta quarta-feira (25), e criticou o corte de repasse de verbas destinada à Bahia pela Governo Federal. Segundo o prefeito, em tempos de crise, \"quem sofre é o pequeno\".

\"Estou vindo aqui para conclamar os municípios da Bahia. Em toda a crise quem sofre é o pequeno. O Governo Federal pegou um ʹbocadoʹ de programas sociais e jogou nas nossas costas. Tem município que mesmo enxugando não consegue pagar a folha. Como é que se governa sem dinheiro?\", questionou. Na ocasião, o presidente da UPB disse ainda que a união está se organizando para ir até Brasília pedir \"socorro\". \"Estamos organizando um movimento que vai a Brasília dia 22\", garantiu.

Nesta quinta-feira (26), o representante da união dos prefeitos irá participar de uma sessão especial na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-Ba) para discutir os repasses às cidades baianas. Em um encontro prévio, outros 30 prefeitos baianos aderiram ao movimento. \"No ano que vem tem eleição para deputado, senador e governador. O momento é agora. Eu acho que nessa caminhada não dá menos de mil pessoas. A Confederação Nacional de Municípios quer um socorro financeiro para os municípios brasileiros. As nossas contas são rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) por causa de índice de pessoal, mas não podemos abrir mão dessas pessoas. Queremos aproveitar esse movimento para que o Tribunal de Contas passe a analisar como em outros estados, como em Minas Gerais\", acrescentou.

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