Política
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Em entrevista ao Jornal da Cidade Segunda Edição, Sílvio Humberto (PSB) falou sobre polêmica gerada pela vereadora Marcelle Moraes (sem partido) em aproveitar o minuto de silêncio para lamentar a morte de uma 'rinoceronta'

Foto: Matheus Simoni / Metropress
Vereador de Salvador pelo PSB, Silvio Humberto comentou hoje (16), em entrevista ao Jornal da Cidade Segunda Edição, da Rádio Metrópole, a polêmica em torno da atitude da também vereadora Marcelle Moraes (sem partido) em aproveitar o minuto de silêncio em homenagem à educadora e líder religiosa Makota Valdina, para lamentar a morte de uma 'rinoceronta'.
Ontem (15), membros da Frente Nacional Makota Valdina, que reúne ativistas e representantes de religiões de matriz africana, fizeram um ato batizado de “ebó coletivo” em frente à Câmara Municipal. “Toda ação tem uma reação. Quem semeia vento, todos nós sabemos que vai colher tempestade. O que foi feito [pela vereadora] foi um ato desrespeitoso”, lamentou o vereador.
Em resposta, Marcelle classificou, por meio de uma postagem nas redes sociais, o protesto como “palhaçada”, acusando os manifestantes presentes de terem sido “convocados pelo PT”. Humberto rebateu a acusação feita pela edil.
“Taxaram até de palhaçada. As pessoas precisam entender que é preciso fazer uma defesa política das religiões de matriz africana. Recentemente, nenhuma religião precisou ir até o STF para discutir a sacralização dos animais. Até 1977 ou 1978, precisava-se, aqui na Bahia, de licença da delegacia de jogos e costumes para proferir seu culto”, acrescentou.
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