
Política
"Processo é atropelado para ouvir Cunha", diz deputado sobre impeachment
Após diversos pedidos apresentados à Câmara dos Deputados para impeachment de Dilma Rousseff (PT), um deles foi acatado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no dia 2 de dezembro. A presidente tem sido alvo de políticos da oposição e juristas que defendem o seu afastamento do cargo e diante desse cenário e disputa de partidos, o deputado federal, Daniel Almeida (PCdoB-BA), disse não acreditar na queda de Dilma e que isso seria ruim para a democracia brasileira. [Leia mais...]

Foto: Reprodução / Câmara
Após diversos pedidos apresentados à Câmara dos Deputados para impeachment de Dilma Rousseff (PT), um deles foi acatado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no dia 2 de dezembro. A presidente tem sido alvo de políticos da oposição e juristas que defendem o seu afastamento do cargo e diante desse cenário e disputa de partidos, o deputado federal, Daniel Almeida (PCdoB-BA), disse não acreditar na queda de Dilma e que isso seria ruim para a democracia brasileira.
“A presidente foi eleita pela democracia popular. Não há fato que indique crime cometido pela presidenta Dilma. Há uma campanha em torno do impedimeto e busca-se um fato que possa se encaixar nisso. É uma campanha e uma condução com a presença de Eduardo Cunha, que é uma pessoa comprometida com mal feitos, uma pessoa que não tem autoridade e busca confundir", afirmou durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta quarta-feira (9).
O deputado ainda falou que o processo está sendo atropaleado para ouvir o presidente Eduardo Cunha. "Tem que se cumprir a constituição e cabe ao STF decidir. Cunha ajudou a elaborar o conteúdo do pedido, levou ao plenário, informou que os líderes indicaram os deputados, convovocou sessão, alterou o prazo e aceitou chapa avulsa, com nomes não indicados pelos líderes. No penário não houve a discussão sobre o modo de fazer a votação. Não houve dicussão", completou.
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