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"Foram as igrejas neopentecostais que criaram atritos com as religiões de matriz africana", diz desembargador
O desembargador Lidivaldo Britto é autor do livro "A Proteção Legal dos Terreiros de Candomblé"

Foto: Fernanda Vilas/Metropress
Autor do livro "A Proteção Legal dos Terreiros de Candomblé", o desembargador Lidivaldo Britto disse, nesta sexta-feira (27), que foram as igrejas neopentecostais que criaram atritos com as religiões de matriz africana.
"As igrejas evangélicas tradicionais que nós antigamente chamava de protestante, batista, presbiteriana, Testemunha de Jeová, sempre respeitaram as religiões de matriz africana. Não havia atritos até a criação das igrejas neopentecostais, que nós temos uma em cada esquina", afirmou o desembargador, em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metropole.
O movimento neopentecostal surgiu na década de 1960 nos Estados Unidos. Lidivaldo Britto falou ainda sobre a "diferença abissal" do número de terreiros tombados na comparação com os templos católicos. Segundo ele, hoje, há 12 terreiros enquanto "quase uma centena" de templos tombados no estado. "É uma luta de mais de 300 anos (o tombamento dos terreiros)", pontuou.
Confira a entrevista na íntegra:
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