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Inteligência artificial não deve dominar o processo criativo na música, afirma Raul Ruffo
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Inteligência artificial não deve dominar o processo criativo na música, afirma Raul Ruffo
Jornalista concedeu entrevista à Rádio Metropole nesta terça-feira (10)

Foto: Reprodução
O jornalista e músico Raul Ruffo comentou o uso de inteligência artificial na criação musical. Em entrevista ao Jornal da Bahia no Ar nesta terça-feira (10), ele afirmou que a IA não deve tomar conta de todo o processo de criação musical, porque quem ouve sente que o produto não é orgânico.
“Assim como a internet, como os instrumentos digitais — uma bateria eletrônica, uma criação digital e um baixo —, isso tudo vem para ser ferramentas para a criação. A gente pode incluir isso na nossa rotina, podem aumentar a nossa produtividade, mas acho que a gente não pode usar a inteligência artificial para tomar conta de 100% do processo criativo”, afirmou.
O músico aposta que a inteligência artificial não vai emocionar tanto quanto uma produção humana. “O ser humano se emociona quando você enxerga no outro uma visão de mundo parecida com a sua ou passou por experiências parecidas com a que você passou. Então acho que uma música 100% gerada por inteligência artificial talvez não emocione e não toque tanto”, contou.
Confira a entrevista completa:
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