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Delegado Geral da PC considera Carnaval 2026 como “sucesso na segurança pública”
Reconhecimento facial ajudou a localizar mais de 60 foragidos da Justiça e reforçou ações policiais durante a folia em Salvador

Foto: Metropress- Lorena Alves
O Sistema de Reconhecimento Facial capturou mais de 60 foragidos da Justiça durante o Carnaval 2026, superando o número registrado na folia de 2025, quando 55 pessoas foram localizadas com o auxílio da tecnologia. Em entrevista para o Jornal da Cidade nesta quinta-feira (19), o Delegado Geral da Polícia Civil da Bahia, André Viana, comentou o aperfeiçoamento policial neste ano.
De acordo com Viana, a operação contou com uma estrutura reforçada de servidores dedicados à análise de dados e produção de relatórios investigativos em tempo real. “Neste ano, montamos uma grande estrutura de profissionais trabalhando na parte de investigação para que, por meio das mais de 5 mil câmeras e do uso de drones, conseguíssemos identificar autores de crimes e solicitar prisões ainda durante o Carnaval”, explicou.
O delegado apontou que, nesse ano, foram mais de 7.500 itens apreendidos nos portais. “Foram diversos crimes identificados através do sistema de câmeras, foram mais de 5 mil câmeras e a utilização de drones. Foi um carnaval de sucesso no aparato da segurança pública”, disse.
Críticas de cantores
Durante o Carnaval de 2026, cantores como Igor Kannário e Márcio Victor criticaram a atuação de policiais em alguns momentos das festas. Questionado sobre o tema, André Viana afirmou que as manifestações são importantes para o aprimoramento das ações da corporação.
“Entendo que a crítica é construtiva e contribui para o nosso modelo de gestão. Estamos há quase 11 meses à frente da instituição e um dos pilares principais é a capacitação e o treinamento contínuo dos servidores”, afirmou.
O delegado ressaltou ainda que a função dos policiais é proteger e servir à população, destacando que eventuais excessos devem ser apurados. “Quando ocorrem falhas, agressões ou abusos de autoridade por parte de nossos servidores, cabe à instituição orientar ou punir, conforme cada caso”, concluiu.
Confira a entrevista na íntegra:
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