Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Saúde

/

Entidades médicas nacionais e internacionais pedem para Anvisa a proibição total de implantes hormonais manipulados no Brasil

Saúde

Entidades médicas nacionais e internacionais pedem para Anvisa a proibição total de implantes hormonais manipulados no Brasil

Os implantes não passaram por estudos clínicos que comprovem os benefícios

Entidades médicas nacionais e internacionais pedem para Anvisa a proibição total de implantes hormonais manipulados no Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Por: Metro1 no dia 01 de outubro de 2026 às 17:14

Um total de 12 entidades médicas e científicas nacionais e internacionais pediram para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibir totalmente os implantes hormonais manipulados no Brasil, chamados de "chips da beleza". A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Sociedade Internacional da Menopausa (IMS) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) estão entre as entidades que assinaram o documento do pedido.

Segundo as entidades, os implantes não passaram por estudos clínicos de qualidade que comprovem os benefícios de solução para sintomas de menopausa, emagrecimento, ganho de massa muscular e mudança na libido. Além disso, não foi garantida a segurança no uso dessas substâncias.

No documento que contém o pedido, também é denunciada a expansão de modelo comercial relacionado à produção em escala, preparação de médicos para prescrição dos podutos e divulgação nas redes sociais, além de formação de estoques.

As demais entidades que assinaram o documento em questão foram a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), as sociedades brasileiras de Mastologia (SBM), Reprodução Humana (SBRH), Cardiologia (SBC) e Hepatologia (SBH), a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a Associação Brasileira de Climatério (Sobrac), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS).