
Brasil
Fachin concede prisão domiciliar a Roberta Funaro, presa na Operação Patmos
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu a prisão domiciliar a Roberta Funaro, irmã de Lúcio Funaro. Roberta era a analista financeiro que atuava como operadora do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). [Leia mais...]

Foto: Nelson Jr./SCO/STF
O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu a prisão domiciliar a Roberta Funaro, irmã de Lúcio Funaro. Roberta era a analista financeiro que atuava, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF), como operadora do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A analista foi presa preventivamente no último dia 18, no âmbito da Operação Patmos, depois que Fachin aceitou o pedido da Procuradoria-Geral da República, como desdobramento da delação premiada de Joesley Batista. Roberta foi filmada pela Polícia Federal recebendo de um dos executivos da JBS, Ricardo Saud, uma mala com R$ 400 mil em espécie. A quantia teria como objetivo comprar o silêncio de Funaro, preso em Curitiba no âmbito da Lava Jato.
Na autorização, Fachin afirmou que haveria um claro risco de que ela voltasse a cometer crimes. Nesta quarta-feira (31), contudo, o ministro disse ter sido informado somente posteriormente, pela defesa, que a investigada está com a mãe hospitalizada e tem uma filha de 3 anos, as quais necessitam de seus cuidados constantes.
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