Editorial

MK repudia aglomerações em eventos políticos e shows; ouça

Em comentário na Rádio Metrópole, Mário Kertész ainda voltou a falar do caso da vereadora Ana Rita Tavares, que deve quase R$ 200 mil em aluguéis atrasados

[MK repudia aglomerações em eventos políticos e shows; ouça]
Foto : Matheus Simoni / Metropress

Por Metro1 no dia 21 de Outubro de 2020 ⋅ 08:29

Em comentário na Rádio Metrópole, na manhã de hoje (21), Mário Kertész falou sobre a atual situação da pandemia de coronavírus e repudiou as recentes aglomerações registradas no Brasil, causadas tanto por campanhas políticas quanto por eventos.

"No interior da Bahia continua aquele horror dos candidatos a prefeito fazendo miséria em aglomeração de pessoas. Teve repercussão nacional aquela coisa lá na cidade de Tailândia, no Pará. O prefeito de lá autorizou para dar alegria ao povo. Alegria de hoje, morte de amanhã. As pessoas estão relaxando em função da queda, e é ótimo que esteja caindo o número de infectados. Mais do que isso, o número de mortes. Não somente aqui. Em vários lugares, como na Itália, o número de infectados aumentou bastante agora, mas o número de mortes foi infinitamente menor. Porque os médicos sabem tratar melhor, porque quem está se expondo mais são os jovens, que têm uma defesa natural mais sólida, e que por isso são contaminados mas não vão até a morte. Agora, de qualquer jeito, sei que tá todo mundo de saco cheio, e com razão. (...) É uma pena, porque pode ser uma coisa complicada", analisou.

MK também voltou a falar do caso da vereadora e candidata à reeleição pelo PT, Ana Rita Tavares, que deve quase R$ 200 mil em aluguéis atrasados a duas senhoras idosas. Ele frisou que a Metrópole continuará cobrando uma solução para o caso: "Não esquecemos de Ana Rita Tavares, vereadora, candidata à reeleição, ela resolveu aquela coisa do calote lá dos aluguéis? A Justiça tomou uma providência enérgica? Que eu saiba, não. Mas nós não vamos deixar de acompanhar todos os dias. E não aceitar nenhuma desculpa fajuta, que venha querer explicar o inexplicável. Precisa ter muita paciência pra isso, e eu não tenho".

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