
Saúde
Conselho Municipal de Saúde questiona término de vacinas contra o vírus H1N1
Após a Secretaria Municipal da Saúde anunciar o término das vacinas contra o vírus H1N1, o Conselho Municipal de Saúde de Salvador questiona à pasta, através de nota emitida nesta sexta-feira (20), os critérios que estão sendo utilizados para a disponibilização da imunização, tendo em vista que foi definido pelo Ministério da Saúde um público-alvo. Segundo o Conselho, causa estranheza o grande número de pessoas que têm buscado a vacina nas Unidades de Saúde do Município, e não tem encontrado. [Leia mais...]

Foto: Sumaia Villela/Agência Brasil
Após a Secretaria Municipal da Saúde anunciar o término das vacinas contra o vírus H1N1, o Conselho Municipal de Saúde de Salvador questiona à pasta, através de nota emitida nesta sexta-feira (20), os critérios que estão sendo utilizados para a disponibilização da imunização, tendo em vista que foi definido pelo Ministério da Saúde um público-alvo. Segundo o Conselho, causa estranheza o grande número de pessoas que têm buscado a vacina nas Unidades de Saúde do Município, e não tem encontrado. “É necessário que a Secretaria de Saúde esclareça se as pessoas vacinadas, de fato, preenchem os requisitos exigidos e quais os mecanismos utilizados para classificar se tais cidadãos compõem o grupo prioritário”, declarou em nota.
Outro fato pontuado pelo Conselho Municipal da Saúde é a falta de esclarecimento à sociedade, pela gestão municipal, sobre a disponibilização de vacinas para uma clínica particular, a Clínica Santa Clara. “É necessário saber quais foram os beneficiários dessa ação e como esse serviço foi publicizado, uma vez que as vacinas foram cedidas pelo SUS”. Diante dos fatos, o Conselho Municipal de Saúde de Salvador, informou que cumpre seu caráter fiscalizador e deliberativo e, por isso, solicitou oficialmente à Secretaria Municipal da Saúde, que se manifeste para esclarecer o motivo do término das vacinas, já que nem todo o público-alvo teve acesso à imunização. “Também foi solicitado ao Ministério Público a apuração e tomada de medidas para garantir a vacinação de toda população-alvo”, concluiu a nota.
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